Matemática: a melhor amiga do homem

Sempre que sou questionado sobre a minha profissão, faço uma pausa dramática (chego a ouvir uma música de suspense ao fundo), respiro fundo e fito os olhos do meu interrogador antes de responder à tão marcante pergunta.

E quando a resposta soa: “professor de Matemática” é inevitável a estranheza seguida de um certo pavor estampado no semblante de quem certamente carrega traumas e medo da “tão temida” disciplina.

Tento apaziguar os ânimos falando que a Matemática tem seu charme e que devemos nos render a ela. Temos que nos despir dos preconceitos que carregamos ao longo de todo período escolar e derrubar as barreiras que trazemos na bagagem.

Estudar matemática não é simplesmente decorar formulas ou regras, é muito mais.

É aceitar que dependemos dela pela sua forte presença nas demais áreas (Física, Química, etc.), por entender que tudo que nos cerca é repleto de Matemática e o mais importante: entender seus mecanismos e sua funcionalidade.

Estudar matemática em qualquer âmbito, seja para a escola, para concursos públicos ou para a faculdade exige desprendimento e muita dedicação.

É como eu já escrevi outrora: é como andar de bicicleta.

Tombos serão inevitáveis, você vai achar que nunca será capaz, mas a alegria ao se ver evoluindo e aprendendo é recompensadora.

É uma sensação de liberdade tal qual andar de bicicleta sem usar as mãos.

É um processo feito em etapas – mas, em todas elas, é vital a vontade de aprender e não ter medo de errar.

artigo casa do concurseiro

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