O eletrocardiograma dos concurseiros

Você já parou para pensar que a vida de um concurseiro, seu humor, sua autoestima, sua força de vontade são como um eletrocardiograma? Cheio de altos e baixos? Hora está lá em cima e hora está lá embaixo?

cardio

Pois bem, quando estamos com nosso eletrocardiograma lá em cima, é muito fácil acordar cedo, estudar uma matéria chata, vencer mais um dia de leituras e ter a certeza de que estamos no caminho certo para nossa aprovação!

Mas e nos dias que nosso eletrocardiograma está lá embaixo? Que a gente não tem vontade de levantar, que a gente não tem vontade de estudar, que a gente acha que tudo será em vão, que alguém nos disse que estamos perdendo tempo, etc.? O que fazer nesses dias?

Primeiramente, vamos analisar o que a maioria das pessoas fazem! Nos dias em que estão tristes, ao invés de seguirem com sua rotina de estudo, elas optam por dar um descanso, por relaxar, passear, assistir a um programa de TV ou ficar na internet procurando artigos de autoajuda. O próprio corpo dói, as costas doem, a pessoa sente a bunda quadrada e os olhos querem fechar de sono. Essa é a realidade, mas o que fazer nesses dias então?

Agora vou para a solução. Você está nesses dias? Então estude uma hora a mais nesses dias que você está sem vontade de estudar! Como assim, professor? Quer que eu estude mais no dia em que eu não quero estudar? Sim! Essa é a solução e a explicação científica está na sequência do artigo.

Todos sabem que existem milhões de coisas mais agradáveis a fazer do que estudar. Estudar dói, estudar judia, estudar incomoda nosso corpo e nosso cérebro. Sabedores disso, temos que ajudar nosso cérebro a querer estudar, pois é a única forma de garantir nossa nomeação. E como fazemos isso?

Simples, nos dias em que estamos desmotivados estudamos uma hora a mais! Mas por que, homem de Deus? Pois você que fica desmotivado e vai passear está dando para seu cérebro uma mensagem de que “basta estar tristinho que a gente passeia para se alegrar”; daí o cérebro, acreditando nisso, vai estar cada manhã te dando uma mensagem de tristeza e desânimo para você sair e curtir um passeio, simples assim. E o cérebro, para piorar, vai acostumando a isso e, sem saber, levando milhares e milhares de concurseiros a desistir de sua estabilidade, dos altos salários e da realização de sonhos, pois, sem querer, o concurseiro está ensinando o cérebro a acordar triste em um dia de estudos e a cada vez estudar menos!

O concurseiro que estuda uma hora a mais nos dias em que está desmotivado inverte esta lógica destrutiva. Ele passa para seu cérebro uma mensagem de que, caso ele esteja tristinho, vai estudar mais só para aprender a não ficar tristinho! E sabe qual o resultado? Nos primeiros dias, o cérebro sofre um pouco, mas logo depois ele aprende que se estiver tristinho vai estudar mais e daí todas as manhas, ao invés de mandar a você uma mensagem de que está triste, ele vai te mandar uma mensagem de otimismo, de alegria e de esperança, só para poder estudar uma hora a menos.

Esta é a matemática para “enganarmos” nosso cérebro e fazer com que ele seja um aliado na busca pela nossa nomeação! Muitas vezes, nessa busca, embora tenhamos os instrumentos do edital para alcançá-la, um bom curso preparatório etc., nos falta um pouco de conhecimento de nossa fisiologia, conhecimento de nosso cérebro, conhecimento este que tentei passar com este breve artigo, que tenho certeza que vai fazer toda diferença na sua vida. Bons estudos e vá enganar seu cérebro e garantir sua nomeação!

artigo casa do concurseiro

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